sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Aula de 9/12

1. O método
1.1. Navegar à vista. Citar: os documentos
1.2. A dissertação é uma conversa: com os textos que estudamos, com os autores que estudam a mesma matéria.
1.3. Planear ir do ponto A ao ponto B para, depois terminar no ponto C. Como dar um nome a uma criança: cirandamos, hesitamos, damos passos em volta e, depois, quando nasce, temos de tomar uma decisão que vai ser marcante.
2. A forma
2.1. Manter as ideias perto, usando a construção frásica.
2.2. 1 + 1 = 1
2.3. O exemplo de Almada.
3. Análise dos trabalhos: A Escrava Isaura de Isabel Seoane
3.1. A numeração
3.2. A introdução: dizer ao que vamos, porque vamos e como vamos
3.3. Clareza de ideias, precisão nos conceitos

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Aula de 2/12

1. Da razão de ser das férias. Por que motivo as férias devem ser férias, não aproveitadas para trabalhar - para fazer os trabalhos que não conseguimos entregar a tempo. O ciclo do trabalho intelectual (crítico, criativo) implica respeitar as pausas. (A menos que não estejamos a fazer trabalho intelectual, e aí o caso muda de figura.)
2. Ainda a questão do plágio. Os exemplos do lixo, da corrupção, da falta de rigor - não é tanto sermos por uma qualquer «pureza» absurda, é manter um nível que nos permita trabalhar. O estranho caso da comunicação que não tem nada a ver com o colóquio/congresso.
3. O modelo de defesa de mestrado e/ou doutoramento. A estrutura do júri. O estranho (e felizmente raro) caso do chumbo do fiscalista Saldanha Sanches nas provas de agregação. Aqui.
4. Análise colectiva dos projectos de Anna, Isabel e Alda.
5. Sinalética de revisão: dicas elementares.